Fleshdance
Fleshdance

Concepção/Direção: Adriana Grechi Criação/Performance: Juliana Ferreira, Larissa Ballarotti e Nina Giovelli Videocriação: André Costa Menezes Trilha sonora: Dudu Tsuda Acompanhamento do processo: Renato Jacques Fotos: Cris Lyra

Fleshdance
Fleshdance

Concepção/Direção: Adriana Grechi Criação/Performance: Juliana Ferreira, Larissa Ballarotti e Nina Giovelli Videocriação: André Costa Menezes Trilha sonora: Dudu Tsuda Acompanhamento do processo: Renato Jacques Fotos: Cris Lyra

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Fleshdance

Propõe uma possibilidade de resistência à vida voltada para o consumo. “Fleshdance” é uma coreografia de variações de intensidades emocionais composta por experiências físicas, carnais, acionadas pelo ato de respirar.



Em “Fleshdance” o Núcleo Artérias explora o sistema orgânico do corpo, trabalhando na invenção de uma corporeidade ativada pela intensificação dos afetos. “Fleshdance” propõe um corpo volumoso que permanece sempre em constante transformação, movido pelos órgãos, poroso, com possibilidade de afetar e de ser afetado pelo outro.


“Fleshdance” é também o cansaço do ato de consumir e de descartar, é tentar resistir existindo, potencializando cada experiência.



Epifanias Urbanas
Epifanias Urbanas

Criação e Performance: Alda Alves, Carina Nagib, Daniela Alves, Janaina Carrer, Marilene Grama, Karime Nivolini, Nina Giovelli e Tetembua Dandara. Fotos: Felipe Teixera e Pedro Hurpia

Epifanias Urbanas
Epifanias Urbanas

Criação e Performance: Alda Alves, Carina Nagib, Daniela Alves, Janaina Carrer, Marilene Grama, Karime Nivolini, Nina Giovelli e Tetembua Dandara. Fotos: Felipe Teixera e Pedro Hurpia

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Epifanias Urbanas 

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Epifanias Urbanas foi projeto realizado com a parceria artística de dois grupos : Núcleo Mercearia de idéias e CiadasAtrizes, que utilizando-se do cotidiano e do universo feminino como paisagem poética de suas criações se utilizaram durante 2012 de suas experiências e das diferentes linguagens para a criação de um desafio ou, no mínimo, um comentário poético sobre as grandes cidade.
Epifanias estabeleceu-se com a busca de criar um deslocamento na rotina urbana,um momento simples que possa desvelar, a quem quiser observar, o extraordinário contido dentro daquilo que é considerado uma banalidade dentro do cotidiano.
you.

I dance as a dinossaur
I dance as a dinossaur

Performers e artistas multimídia Lali Krotoszynski, Ihon Yadoya, Nina Giovelli e Roger Salatini. Fotos: 5a Mostra Live Cinema e Monóculo.

I dance as a dinossaur
I dance as a dinossaur

Performers e artistas multimídia Lali Krotoszynski, Ihon Yadoya, Nina Giovelli e Roger Salatini. Fotos: 5a Mostra Live Cinema e Monóculo.

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I dance as a dinossaur

​​Performance multimídia que experimenta o cruzamento entre linguagens do corpo, arte sonora e manipulação de imagens em tempo real, com interesse em poéticas emergentes e em imagens de desconforto.

Em um set montado num espaço cênico com câmeras e instrumentos  os performers realizam ações, imagens são capturadas e manipuladas, em tempo real. Os materiais são projetados em uma tela ao fundo, e transmitidos em um monitor; produzindo diferenças na forma apresenta-los, e multiplicando as leituras possíveis .

A apresentação estrutura-se a partir de um roteiro de “momentos” (re)arranjados, com base em estudos dos jogos de edição – the cut-up technique – desenvolvidos por Brion Gysin e Willian Burroughs. As trilhas são executadas ao vivo, em aparelho multiefeitos, microfones, guitarra e computador com software de edição de áudio.

 

Fronteiras Móveis
Fronteiras Móveis

Concepção/ Direção: Adriana Grechi Criação/ Performance: Juliana Ferreira, Larissa Ballarotti e Nina Giovelli Videocriação/ Performance: Rodrigo Gontijo / André Costa Menezes Trilha Sonora: Dudu Tsuda

Fronteiras Móveis
Fronteiras Móveis

Concepção/ Direção: Adriana Grechi Criação/ Performance: Juliana Ferreira, Larissa Ballarotti e Nina Giovelli Videocriação/ Performance: Rodrigo Gontijo / André Costa Menezes Trilha Sonora: Dudu Tsuda

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Fronteiras Móveis

Fronteiras Móveis discute incerteza, medo e vulnerabilidade sob a perspectiva do corpo. Neste trabalho, o Núcleo Artérias investigou dispositivos de conexão que geram oposições e tensões entre os performers provocando sucessivas instabilidades em seus corpos.

A partir da interferência de câmeras instaladas no palco, imagens em vídeo são captadas e manipuladas em tempo real. Estas imagens vigiam e expandem o espaço da cena criando ao mesmo tempo novos problemas e desestabilizações para os performers. Tendo como suporte teórico o livro Medo líquido, do sociólogo Zygmunt Bauman, Fronteiras Móveis é a segunda parte da Trilogia Líquida do Núcleo Artérias.

Lugar Algum
Lugar Algum

Direção: Cláudia Palma Intérpretes criadores: Cristina Ávila, Felipe Teixeira, Fernando Dourado, Fernando Machado, Juliana Ferreira, Nina Giovelli, Renato Vasconcellos e Thais Di Marco Fotos: Luiz Ferreira

Lugar Algum
Lugar Algum

Direção: Cláudia Palma Intérpretes criadores: Cristina Ávila, Felipe Teixeira, Fernando Dourado, Fernando Machado, Juliana Ferreira, Nina Giovelli, Renato Vasconcellos e Thais Di Marco Fotos: Luiz Ferreira

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Lugar Algum

Espetáculo criado pela iN SAiO Cia. de Arte, com direção de Cláudia Palma, a partir do projeto O OLHAR DE DENTRO, contemplado pelo Programa Municipal de Fomento à Dança - 8a. edição.

O estar alojado desalojando. O apropriar desapropriando.
O indivíduo num recipiente de concreto alto, duro, aparentemente firme... Mas suscetível à fragilidade humana.
O ser inquieto, o anseio.
O foco voltado para si no momento transitório. O olhar de dentro.
Atingido por um desapropriar-se, reduzido ao silêncio de um corpo. O que sobra são pequenas vigas sustentando paredes com tijolos aparentes, um teto, um conjunto de portas, janelas estilhaçadas, vários andares, sem que se espere - ao menor passo em falso - a queda para o vazio.
Caminhos para o encontro com o inesperado.
Simplesmente estar e não precisar ser.