Público - 3 atos e um livreto


Cinco solos foram criados a partir de sensações relacionadas às nossas trajetórias de dança. Seus percursos acontecem simultaneamente e se permeiam configurando outras relações.

Exploramos espaços de intimidade. Espaço como contato entre pessoas. Permeabilidades. Intensidades. Ficção como realidade no corpo. Realidade como pura ficção. Modos de acionar a percepção.

Público é uma reconstrução coletiva das histórias pessoais em que a autoficção é explorada como possibilidade de intensificar o momento presente e ressignificar a própria experiência.

Por que eu faço dança?



Alice através do espelho

​​A peça, inspirada no clássico do inglês Lewis Carroll, é uma releitura contemporânea do texto original. Nesta montagem, Alice deixa um bilhete no espelho antes de ir embora de casa: “As coisas não fazem mais sentido. Vou desaparecer por um tempo. Por favor, não se preocupem”. Lorina, sua irmã, cria um blog chamado Wonderland para encontrar Alice e tentar entender o quê não faz sentido. Rapidamente o blog transforma-se numa rede de encontros e seus integrantes usam como nicknames os personagens dos livros de Carroll. Alice posta uma mensagem no blog propondo um encontro com os blogueiros via skype.

Três Alices – Alice Liddell; a Alice de Carroll; e uma Alice atual – partem para uma viagem em que a realidade mais palpável, o mundo das imagens, das representações, das subjetividades construídas pela ficção, constituem esta nova Wonderland.

Corpo com-texto 

Performance desenvolvida em 2010 para a conclusao do Núcleo Experimental de Artes Cênicas do SESI (aprimoramento artístico e profissional na área de dança-teatro). Estudo coreografico sobre a aplicação de um discurso fragmentado em um corpo que dança (livremente inspirado em “Fragmentos de um Discurso Amoroso”, de Roland Barthes).

Canção Egoísta para um dueto em dó

Espetáculo da Cia. Domínio Público que busca produzir novos entendimentos a partir da relação entre os corpos, se constitui numa cena desprovida de psicologismos, mas que abre espaço para inúmeras interpretações. Este trabalho é um aprofundamento de alguns pontos levantados por uma pesquisa iniciada no final de 2006 sobre aplicação de preceitos da Física à Dança. Isso levou-nos à criação de um espetáculo que lidava com as relações dos corpos no espaço e tempo de um modo amplamente carregado de sentidos e, a princípio, desprovido de uma intenção de contextualização. Não buscamos uma narrativa nem tampouco uma abstração, mas sim a produção de novos sentidos que irão surgir dos encontros caóticos e do confronto entre um contexto objetivo.

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